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domingo, 23 de agosto de 2009

Enguia (Anguilla anguilla)

Espécie marinha catádroma, o ciclo de vida da enguia começa no mar dos Sargaços onde se reproduz. Tem dois períodos de vida distintos, um no mar e outro nas águas doces ou interiores.

Em Portugal, a entrada nos estuários parece verificar-se ao longo de todo o ano, existindo praticamente em todas as águas interiores. Nos poços podem ser encontrados exemplares de grandes dimensões.


Corpo alongado de forma cilíndrica, coberto de escamas muito pequenas barbatana dorsal unida à barbatana caudal e anal, formando uma estreita faixa que envolve a metade posterior do corpo. As barbatanas peitorais são curtas. Fendas branquiais, estreitas e verticais. Boca terminal, sendo a mandíbula ligeiramente proeminente. Os dentes são pequenos, dispostos em várias filas nas maxilas e palato.

Habita preferencialmente em locais de águas bem oxigenadas e pouco frias, com fundos de areia, lodosos ou densa vegetação submersa. Durante o dia permanecem em abrigos enterradas no sedimento ou debaixo de rochas ou raízes de árvores, onde estão protegidas da luminosidade e dos predadores. Tornam-se activas ao entardecer.

Espécie omnívora, alimenta-se principalmente de crustáceos, larvas de insectos, algas, anelídeos e peixes.

Reproduz-se no mar dos Sargaços. A desova ocorre em profundidade e é pouco conhecida. Após a eclosão as larvas (leptocéfalos) iniciam a migração em direcção ao continente europeu, a qual dura de um ano a dois anos e meio. Ao atingirem a placa continental passam à fase de enguia de vidro, apresentando o corpo transparente com pigmentação apenas no crânio, rosto e ponta da cauda. A alteração da pigmentação continua com o crescimento e a progressão nas águas doces, onde permanecem até atingirem a fase prateada, altura em que começam a migração em direcção ao mar.

domingo, 16 de agosto de 2009

Peixe voador

Peixe voadorEncontrado principalmente em fundos areno-lodosos, não salta sobre a superfície da água. Suas grandes nadadeiras são usadas para encurralar pequenos peixes, facilitando suas captura. Apesar de desenvolvidas, suas nadadeiras peitorais não são utilizadas para o planeio fora d’água, como acontece com os verdadeiros "voadores". Alimenta-se principalmente de crustáceos, moluscos e pequenos peixes bentônicos.

Espécie: Dactilopterus volitans

Distribuição Geográfica: Peixe de fundo de águas costeiras de pouca profundidade encontrado em todo o litoral brasileiro.

Peixe Leão

Série com o Peixe-leão comum, Peixe-peru, Peixe-dragão ou Peixe-escorpião (Pterois volitans) - Series with the Common Lionfish 21-05-2008 042 por Flávio Cruvinel Brandão.Peixe-leão comum (Pterois volitans).
Origem do texto: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Peixe-leão, Peixe-peru, Peixe-dragão ou Peixe-escorpião.
São denominados Peixe-leão uma grande variedade de peixes marinhos venenosos dos gêneros Pterois, Parapterois, Brachypterois, Ebosia ou Dendrochirus, pertencentes à família Scorpaenidae. O Peixe-leão também é conhecido como Peixe-peru, Peixe-dragão e Peixe-escorpião. [1] Os Peixes-leão são predadores vorazes. Quando estão caçando encurralam as presas com seus espinhos e, num movimento rápido, as engolem por inteiro. Eles são conhecidos por seus enormes espinhos dorsais e pela coloração listrada, de cores vermelha, marrom, laranja, amarela, preta ou branca.
Peixe-leão comum (Pterois volitans)
Os Peixes-leão são nativos da região Indo-Pacífica, mas algumas espécies podem ser encontradas em outras regiões do mundo. Devido a uma recente introdução, eles podem ser encontrados em recifes de coral ao leste do Oceano Atlântico e Mar do Caribe[2].
Hábitat
Os Peixes-leão são naturais do Indo-Pacífico viven 15 anos.Vivendo sempre próximos à recifes de coral. Também são encontrados na costa leste dos Estados Unidos, de Long Island até a Flórida. Durante o dia preferem se abrigar em cavernas ou fendas, sendo animais de hábitos noturnos.
Veneno
O veneno dos Peixes-leão são inoculados através de espinhos localizados nas regiões dorsal, pélvica e anal. Geralmente possuem 12 a 13 espinhos dorsais, 2 pélvicos e 3 anais. Cada espinho possui duas glândulas que produzem e armazenam veneno. Os Peixes-leão também possuem espinhos peitorais, porém estes não possuem glândulas de veneno.
A potência do veneno varia de acordo com a espécie e tamanho do Peixe-leão. Os principais efeitos são uma intensa dor localizada, seguida de um edema local; podendo também a vítima sentir náuseas, tontura, fraqueza muscular, respiração ofegante e dor de cabeça.
O veneno dos Peixes-leão é constituído de proteínas termosensíveis, que são vuneráveis ao calor e se desnaturam facilmente. Os primeiros socorros constituem a imersão do local afetado em água quente (43-45ºC) por 30 a 40 minutos ou até a dor diminuir.

Outro texto, em português do site do Instituto de Pesquisas em Aquicultura e Aquariologia (IPAq), no endereço: www.ipaq.org.br/modules.php?name=Aquarioes&op=mostrar...
Possui variações de cores relacionadas ao habitat. Espécies costeiras geralmente são mais escuras, às vezes quase negras em estuários. Frequentemente com largos tentáculos acima dos olhos.
Alimentação: camarão, carangueijos, paguros e outros crustáceos, pequenos peixes, ração,
Biologia:
Habita lagunas e corais desprotegidos em áreas túrbidas a 50m de profundidade. Permanece praticamente imóvel durante o dia em locais não expostos e frequentemente de cabeça para baixo. Se alimenta de pequenos peixes, camarões e carangueijos à noite, usando o sua peitoral para encurralar a presa num canto, a enganando, e então a engole rapidamente. Seus espinhos dorsais são venenosos. Em termos cronológicos a primeira sensação, depois de uma picada de peixe leão, é a dor ou dormência. Esta terá o seu máximo uma a duas horas depois do evento. A dor, em si, pode durar até 12 horas. Depois desse período, pode ainda causar uma sensação incómoda durante dias a semanas. A dor pode ser acompanhada de ferida, sendo esta punctiforme (um ou mais pontos), que pode evoluir para vesículas (em particular nas mãos) e a que está sempre associado um grau variável de edema. A agravar o quadro, todos estes eventos podem ser acompanhados de náuseas, enfraquecimento, perturbações respiratórias e tensão arterial baixa.

PESCADA-AMARELA (Cynoscion acoupa)

Alguns chamam de calafate, por serem extremamente parecidas, mas tem escamas diferentes e atingem menor peso no caso da pescada-amarela, tratando-se portanto de outra espécie. Costeiras, desde lagoas salobras, estuários e mangues a baías abertas, da superfície ao fundo, em áreas de lodo, areia ou cascalho, entre 1 a 35 metros. Penetram rios de água doce e é a maior espécie do gênero do Brasil. Formam cardumes e aproximam-se de águas mais rasas à noite, para se alimentar de peixes e crustáceos, e durante o dia são pouco ativas. Reproduzem-se na primavera e verão, as larvas se desenvolvem em águas rasas e de baixa salinidade.

De corpo alongado, subcilíndrico, pouco comprimido, cabeça moderada, sem barbilhão no queixo. Boca inclinada, o maxilar inferior projetando-se um pouco à frente do superior. Dentes caninos com um par anterior no maxilar superior maior que os demais. Dorsal espinhosa e mole com profundo entalhe entre elas, mas unidas na base, bastante próximas.

Escamas ctenóides, rastros longos. Caudal romboidal em adultos. Linha lateral prosseguindo pelos raios centrais da caudal, como toda a família. Segundo espinho da dorsal maior que os demais, característica da espécie.

Cinza-prateada, dorso mais escuro e ventre brancacento, com amplas áreas amarelas que incluem o flanco e nadadeiras inferiores, margens das nadadeiras escuras, contrastantes. Atinge aprox. 1 metro e pode passar dos 10kg.

PESCADA-BRANCA

Peixe comercialmente muito importante, normalmente pescado em redes por barcos pesqueiros ou com arrastões de praia (o que por sinal é um crime!) chegando à faixa de arrebentação das praias para caçar seus alimentos. Carne excelente. Pesca com material barra-média. Iscas preferencialmente vivas, como camarão e manjubas.

CORVINA

Conhecido em todo o Brasil sob as mais variadas denominações, freqüenta canais, baías e mar aberto. Tamanho comum, 30-50cm, podendo alcançar 70 cm de comprimento, pesando mais de 3 kg. Ao morder o anzol, costuma fazê-lo com uma forte puxada, pelo que é fácil fisgá-lo. Pesca com material leve ou médio com iscas no fundo, camarão, filezinhos de peixe, tatuí etc

Tubarão-MANGONA

Tubarão mais comum das praias. Ocorre nos meses quentes, de outubro a abril. Os maiores chegam a 3m de comprimentos e 150 kg, embora os exemplares pegos no anzol sejam bem menores, não se mostram menos agressivos. Pesca com material barra-pesada, chicote reforçado de aço, anzóis fortes e encastoados. Não se esqueça do bicheiro. Iscas: sardinha, betara, parati, pitu etc.

PEIXE-ESPADA - (Trichiurus lepturus)

Peixe bastante comum que vive em cardumes, em águas da beira-mar, seja em baías, mangues ou estuários, situando-se em profundidades intermediárias que não passam dos 50 metros. São extremamente vorazes, comendo peixes, moluscos, crustáceos etc. À noite se aproximam mais da costa, em especial das praias. Em função de seus dentes, todo o cuidado deve ser tomado no seu manuseio. Na primavera e verão, os seus cardumes atingem maiores proporções, ocasião em que penetram em águas mais calmas para a reprodução.

As Espadas tem o corpo muito longo, em forma de fita, com um focinho longo e pontudo. A sua boca é bastante grande, tendo os seus caninos bastante acentuados. De cor prata, com o dorso mais escuro, variando de marrom a preto, e alguns reflexos dourados na cabeça. Chega a atingir 2kg e pesar 4kg.

Sua carne, apesar da grande quantidade de espinhas, é bastante apreciada. A sua pesca esportiva encontra praticantes em grande quantidade, tanto no uso de iscas naturais como de artificiais. A isca mais utilizada é a sardinha, normalmente cortada ao meio e colocada num empate com garatéia ou dois anzóis. Já as iscas artificiais mais usadas, são as de meia águas, como as Bomber, quando utiliza-se normalmente a técnica do corrico. Quando é encontrado um cardume, não é raro pegar-se dezenas delas. Todo o cuidado é pouco na hora da retirada dos anzóis.


Raia

raiaDESCRIÇÃO

A raia é um peixe bentónico que habita fundos arenosos. O mar remansoso de Inverno, quando já a mudança do Equinócio se prolonga, provoca o surgimento perto da costa de algumas espécies comuns de raias que geralmente a maior parte do ano se refugiam em águas mais profundas e que não estão ao alcance de um pescador de costa.

DISTRIBUIÇÃO

O mar remansoso de Inverno, quando já a mudança do Equinócio se prolonga, provoca o surgimento perto da costa de algumas espécies comuns de raias que geralmente a maior parte do ano se refugiam em águas mais profundas e que não estão ao alcance de um pescador de costa.

ALIMENTAÇÃO

Crustáceos, pequenos peixes, lulas etc.

REPRODUÇÃO

Durante os meses de Outubro, Novembro e Dezembro começa a dança nupcial de enormes cardumes que se juntam em zonas dunares onde existam praias abertas com poços fundos O seu acasalamento e eclosão dos ovos pode variar de espécie para espécie, mas podemos afirmar que é durante os meses de Dezembro até Maio e durante a primavera, que as “bolsas de sereia”, designação dada aos ovos das raias eclodem. Estas bolsas são cápsulas oblongas com os chifres apontados duros nos cantos e depositados em planos arenosos ou enlameados. Cerca de 80/154 ovos são colocados por um indivíduo num ano.

PESCA

A pesca ao fundo é a mais adaptável para esta espécie. Iscos, de preferência frescos, imaculadamente frescos. A maior parte das raias são capturadas com peixe fresco. A cavala é particularmente eficaz. Grandes tiras de lula e choco também são eficazes. O isco de eleição é a pequena lula de bico.

Peixe Agulha

O peixe agulha está diretamente relacionado com a família dos cavalos-marinhos. Com um comprimento de 2,5 cm a 30 cm, estes animais pequenos são absolutamente surpreendentes.
São possivelmente um dos peixes mais lentos do oceano; eles se movem por meio de pequenas barbatanas peitorais que podem vibrar até 35 vezes por segundo. Suas presas, portanto, são animais pequenos e muito lentos. Para poder captura-los, eles substituem a velocidade de um ataque para um grande poder de sucção de precisão milimétrica. Um jovem peixe agulha dedica 10 horas diárias à alimentação e durante este período pode se alimentar de 3.600 filhotes de camarão microscópicos ao redor.

Nome popular:Agulhinha

Nome científico:Dermogenys pusillus

Família:Hemiramphidae (Hemiranfídeos)

Origem:Ásia

Sociabilidade:sozinho

Comportamento:agressivo

pH:7.4

Temperatura:26ºC

Tamanho adulto:7.0cm

Tamanho do aquário:80L

TUBARÃO AZUL (Prionace glauca)

Um tubarão azul (ou tintureira) pode viajar até 7.000 km em busca de comida. O Tubarão Azul possui este nome devido a sua cor azul.Ele possui grandes olhos,e uma longa nadadeira peitoral.Cresce até 4 metros.Ele adora mar aberto e raramente se aventura ficar muito perto da costa ou dos humanos.Eles viajam milhares de milhas por ano,se alimentam de lulas e de pequenos peixes em qualquer lugar desde a superfície até 450 metros de profundidade.Seus dentes são pontudos e serrados.São considerados os menores tubarões entre os ditos "Grandes Tubarões"

FUSQUINHA (Plectrypops retrospinis)

fusquinhaCaracterísticas – peixe pequeno, robusto sem espinha preopercular. Corpo vermelho brilhante, barbatanas um tanto pálidas. Atinge 15 cm.
Habitat – em tocas e cavernas de recifes, em profundidade de até 22 m.
Ocorrência – do norte ao sudeste do litoral brasileiro
Hábitos – permanece protegido em reentrâncias durante o dia. Visto raramente.
Alimentação – animais bentônicos
Reprodução – apresenta dimorfismo sexual com fecundação externa
Ameaças – poluição e destruição do habitat

Tubarão Lua

Mola-molaEmergulhadores.jpgNome científico: Mola mola.

Nome comum: Peixe-lua.

Distribuição: Oceanos Pacífico e Atlântico.

O peixe-lua pode chegar a medir 3 metros de comprimento e pesar mais de 2300kg! Este é o maior peixe ósseo conhecido. É também o único que se alimenta quase exclusivamente de medusas, podendo no entanto se alimentar também de zooplâncton e de pequenos peixes. Este peixe invulgar tem um cérebro minúsculo (um exemplar de 200kg tem um cérebro do tamanho de uma noz), assim como uma cauda ridiculamente pequena, uma vez que esta não cresce com o mesmo ritmo que o corpo.

O peixe-lua não apresenta um corpo fusiforme, como geralmente acontece com os peixes, mas sim um corpo oval e rugoso, parecido com o de uma tartaruga de barriga para cima.
Embora não seja aparentado, o peixe-lua, é muitas vezes confundido com tubarões pois quando nada à superfície a sua barbatana dorsal fica exposta.
O peixe-lua pode chegar a viver mais de 10 anos.
A fêmea pode produzir mais de 300 milhões de ovos, cada um com 2 ou 3 milímetros de diâmetro.

Mola1.jpgO peixe-lua consegue saltar para fora de água, técnica que usa muitas vezes para se libertar de parasitas (que tem sempre em abundância) e para fugir dos predadores (leões-marinhos, golfinhos e orcas).

Espero que tenham gostado deste peixe fora do comum. Já agora: quem o quiser ver melhor, pode sempre ir ao Oceanário de Lisboa.

P.S: A última imagem é de um peixe-lua visto de frente.

Peixe Palhaço

Perfil

Os peixes pertencentes à família Pomacentridae, conhecidos vulgarmente como "Peixes anêmona" tiveram seu nome originário do relacionamento com as anêmonas do mar.


Normalmente se abrigam entre os tentáculos da anêmona do mar, protegendo-se do seu veneno com uma camada de muco, pois os tentáculos das anêmonas são urticantes e afugentam todos os outros peixes. A sua maneira desalinhada de nadar lhes deu o nome "peixe-palhaço". Esse peixe é forte e perfeito para aquaristas iniciantes.

Características
Da família dos Pomacentridae e espécie Amphiprion ocellaris.

  • Mede cerca de 7 cm.
  • O Peixe Palhaço Comum, costuma ter três listras brancas de contorno negro que atravessam o corpo alaranjado.
  • A listra central de projeta pra frente. Todas as nadadeiras são arredondadas, apresentama mesma coloração do corpo e são marcadas por listras negras e brancas.
  • O centro do olho é negro, e a cabeça, grande

Tubarão Touro

O Tubarão-Touro é o mais perigoso para o Homem, devido ao fato de poder viver tanto em água salgada como em água doce.

Tamanho - Crescem dentre 3 a 3,5 metros.

Dieta - Comem peixes incluindo outros tubarões (comem até tubarões da mesma espécie) e arraias, comem tartarugas marinhas, pássaros, golfinhos. Ele come quase de tudo.

Habitat - São encontrados perto de costas das praias , mas podem viver por um tempo em rios e lagoas , já foi encontrado 3 km acima no rio Mississipi (nos EUA) e a 4 km acima do rio amazonas ( no Peru ), vivem numa profundidade de 30 m ou até menos de 1 m, são encontrados no Brasil também, principalmente no Recife essa espécie de tubarão é responsável por diversos ataques na praia de Boa Viagem junto com o tubarão tigre, essas duas espécies de tubarão são encontradas facílmente na praia de Boa Viagem, mas não vai querer visitá-los pois essas duas espécies são consideradas super perigosas aos humanos junto com o Tubarão-Branco.

Reprodução - são viviparos e nascem mais ou menos 13 filhotes, e a gestação dura 1 ano, os filhotes de tubarão de Zambezi nascem com 70 cm de comprimento e são encontrados normalmente em baías e em boca de rios. Possuem espectativa de vida de 14 anos.

Tubarão Martelo

O Tubarão-Martelo é o 8º mais perigoso para o Homem, devido à sua agilidade, e devido à forma achatada do crânio, ele tem um sentido de
Tamanho - até 6 metros.

Dieta - um cruel predador ele come peixes, pequenos tubarões, lulas e polvos e pratica o canibalismo.

Habitat - ele vive em costas de águas mornas ou quentes.

Reprodução - viviparus, gerando de 20 a 40 filhotes com aproximadamente 27 polegadas. vibração mais elevado. Assim, pressentir os outros animais no seu território é mais fácil do que para um tubarão normal.

Tubarão Tigre

O Tubarão-Tigre é o 3º mais perigoso para o Homem, devido simplesmente ao facto de poder comer de tudo.

Tamanho - Chega a 6 metros.

Dieta - ele é omnívaro (come de tudo) come peixes,tartarugas marinhas, carangueijos, moluscos , mamíferos, passaros que vivem perto do mar, répteis, outros tubarões e qualquer coisa mais que achar.

Habitat - Vive em mares tropicais (inclusive no Brasil já foi encontrado no Recife em Boa Viagem), em mares temperados,perto da costa , e também em mar aberto

Reprodução - ovíparos; geram mais de 82 filhotes. A gestação é similar a dos Humanos dura 9 meses. Eles nascem com mais ou menos 80 cm e completamente independentes.

Golfinho

Golfinho

Também chamado de "delfim", o golfinho é um mamífero perfeitamente adequado para viver no mar, podem mergulhar a bastante profundidade e se alimentam de peixes e sobretudo de lulas. Nos aquários aprendem a alimentar-se. Podem viver de 25 a 30 anos.

É possível treiná-lo e executar grande variedade de tarefas - algumas de certa complexidade. Outra característica que torna o golfinho interessante, é a sua capacidade de brincar. Nenhum animal, exceto o homem, tem uma variedade tão grande de comportamentos que não estejam diretamente ligados às atividades biológicas básicas - alimentação, reprodução e proteção.

Viver em grupos e sua inteligência são traços característicos. Todos são nadadores privilegiados e, às vezes, saltam até cinco metros acima da água. Podem nadar a uma velocidade de 61 km/h.

ANATOMIA

Não tem orelhas: apenas dois pequenos orifícios que ficam junto aos olhos. Entretanto, sua sensibilidade auditiva é extraordinária. Eles descendem de mamíferos terrestres. Seus membros dianteiros, em forma de nadadeiras, conservam por dentro a ossadura dos mamíferos de terra, inclusive a mão de cinco dedos. Sua cabeça é pequena em relação ao corpo, e os olhos são bem grandinhos para o tamanho da cabeça. Apesar de seus 80 a 100 dentes em cada maxilar, os golfinhos não mastigam. Engolem tudo e o estômago faz o resto.

GOLFINHO FLIPPER

Nome que recebe a espécie mais conhecida e mais estudada de delfim. Também é a espécie mais comum em zoológicos e aquários de todo o mundo. Costuma ser cinzento ou negro nas partes superiores e um pouco mais claro nas inferiores. Seu crânio apresenta um prolongamento que forma uma espécie de focinho ou bico. São animais muito sociáveis, que se comunicam por meio de um rico repertório de sons; no entanto, parece que em algumas populações, os indivíduos emitem um som próprio e característico, que os diferencia dos demais. Para explorar e investigar seu ambiente, fazem uso da ecolocalização e são capazes de detectar com precisão objetos muito pequenos.

GESTAÇÃO E FILHOTES

Golfinho

A fêmea do golfinho passa 12 meses esperando seu rebento. Ao nascer, este já é bem grandinho, mas, ainda assim, dá um trabalho enorme à mãe. Nos primeiros tempos, além de amamentá-lo, ela precisa levá-lo de vez em quando à superfície para respirar. Passada essa fase inicial, o pequeno passa a usar a narina que tem no alto de sua cabeça, mas continua a depender da mãe para se alimentar por cerca de um ano.

RESPIRAÇÃO

Exibicionistas e brincalhões, os golfinhos parecem até bandos de meninos em recreio. Em parte, tais acrobacias são puras demonstrações de agilidade e força; em parte, devem-se a necessidade que têm em respirar periodicamente. Saindo da água, eles expelem o ar pela única narina que possuem, tomam fôlego de novo e voltam a mergulhar.

BOTO

Os golfinhos são animais que geralmente preferem viver em alto mar. Mas o boto, outro animal bem conhecido que pertence à família dos Delfinídeos, vive na água doce em certas partes da Amazônia. O boto branco, vive no rio amazonas e é venerado pelos índios sob o nome de "Iara".

Classificação Científica
Gênero - Globicephala
Família - Delfinídeos
Subordem - Odontocetos
Ordem - Cetáceos.

SONS

Os golfinhos nadam livremente pelas águas escuras e agitadas, orientando-se somente pelos ecos dos sons que produz. O formato de sua cabeça funciona como uma caixa acústica. O sonar dos golfinhos opera com uma precisão de detalhes maior do que o sonar eletrônico.

Golfinho

Orca

A orca ou baleia assassina (Orcinus orca) é o membro de maior porte da famíliaDelphinidae (ordem doscetáceos) e um predadorversátil, podendo comer peixes, moluscos, aves, tartarugas, ainda que, caçando em grupo, consigam capturar presas de tamanho maior, incluindo morsas e outras "baleias". Apesar da designação baleia assassina, não é, na verdade, uma baleia mas sim um golfinho. O nome provém da alteração da expressão "assassina de baleias" já que caçam outros cetáceos jovens. Está, portanto, no topo da cadeia alimentaroceânica. Pode chegar a pesar nove toneladas. É o segundo animal de maior área de distribuição geográfica (logo a seguir ao homem), podendo encontrar-se em qualquer um dos oceanos.
Têm uma vida social complexa, baseada na formação e manutenção de grupos familiares extensos. Comunicam através de sons e costumam viajar em formações que assomam ocasionalmente à superfície. A primeira descrição da espécie foi feita por Plínio, o Velho que já a descrevia como um monstro marítimo feroz. Contudo, não se tem conhecimento de ataques a seres humanos no ambiente selvagem, ainda que se saiba de alguns casos de agressões aos seus treinadores em parques temáticos. Tanto vivem no mar alto como junto ao litoral.

Baleia Piloto

Nome científico: Globicephala melas

Comprimento: 3,8 – 6 m (adulto); 1,8 – 2 m (recém-nascido)
Peso: 1,8 – 3,5 toneladas (adulto)

Descrição: A Baleia-piloto possui uma característica testa bulbosa, que varia dependendo da idade e do sexo. O corpo é essencialmente negro apresentando manchas dorsais cinzentas ou brancas e uma mancha branca-acinzentada em forma de W ao nível da garganta que se estende até à região anal. As barbatanas peitorais são bastante longas apresentando um cotovelo (mais acentuado com o aumento da idade).

Apesar de se considerar uma espécie única, reconhecem-se duas populações distintas: uma no hemisfério sul e outra no hemisfério norte (Atlântico Norte), preferindo ambas águas profundas. Algumas vivem permanentemente ao largo ou junto à costa, enquanto outras efectuam migrações da costa para o largo, consoante a abundância de lulas (presa preferencial).

Os grupos podem chegar às centenas mas normalmente possuem menos de 50 indivíduos. São muito sociáveis, podendo ser observados, frequentemente, na companhia de roazes. Por vezes os grupos inteiros permanecem imóveis à superfície, deixando que as embarcações se aproximem bastante. São frequentes os batimentos caudais e saltos quase verticais (estes últimos efectuados geralmente por jovens).
Conseguem mergulhar até cerca de 600 m, mas a maioria dos mergulhos atinge 30-60 m. O seu sopro pode atingir 1 m de altura, podendo ser ouvido, se as condições climatéricas o permitirem.